Cardeal dom Odilo destaca frutos do Concílio Vaticano II - Bem Vindo !

Cardeal dom Odilo destaca frutos do Concílio Vaticano II


domodiloscherer50agO cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer, que é presidente da comissão para a celebração dos 50 anos do Concílio Vaticano II, participou da sexta entrevista coletiva de imprensa da 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), nesta segunda-feira, 23.
Dom Odilo afirmou que as comemorações do jubileu de 50 anos do início dos trabalhos do Concílio Vaticano II tem o objetivo de auxiliar na reflexão do verdadeiro significado deste momento para a Igreja e para a sociedade. “Esta é uma oportunidade para que o Concílio Ecumênico Vaticano II possa ser devidamente avaliado e refletido”, afirmou.
Para o cardeal, o Concílio Ecumênico Vaticano II foi um marco para toda a Igreja, momento em que se possibilitou um melhor diálogo entre todas as Igrejas e também uma maior consciência da vida missionário, com uma Igreja em estado permanente de missão.
Dom Odilo também falou sobre o projeto de solidariedade entre as dioceses. De acordo com o cardeal, muitas dioceses brasileiras não tem condições de custear a formação dos seus seminaristas e necessitam de auxilio.
“Precisamos contar com a solidariedade para com as Igrejas mais pobres e fazer com que o povo católico se sinta corresponsável com a evangelização e a formações dos nossos sacerdotes”, acrescentou.
Dom Odilo afirmou que a Igreja se depara com uma situação nova em que há uma redução dos recursos financeiros vindos da Europa.
“Precisamos conscientizar e fazer com que os católicos se sintam também participantes da Igreja e uma das maneiras possíveis se faz na contribuição generosa do dizimo”, afirmou.
Atendendo aos jornalistas, dom Odilo falou sobre a laicidade do Estado. O cardeal defendeu o respeito a liberdade religiosa e de que o Estado não interfira nessa laicidade.
“Essa é uma preocupação que merece ser refletida. Também não podemos colocar de lado a religiosidade do nosso povo. O Estado deve levar isso em consideração e respeitar”, declarou.

fonte: CNBB

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