Saiba o que o Papa fará no Brasil em dia de compromisso privado


Monsenhor Joel Portella, secretário executivo do Comitê Organizador Local da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013
"O Santo Padre pediu que seja um dia de oração e de recolhimento pra ele", explica monsenhor Joel Portella, secretário executivo do Comitê Organizador Local (COL) da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), sobre o dia 23 de julho, ocasião em que o Papa não terá compromissos públicos durante sua visita ao Brasil.

O monsenhor explica que a visita a Aparecida e esse dia de retiro mostram que o Papa Francisco viverá a Jornada em espírito de peregrinação e de oração. "É um encontro com Deus e um encontro com as pessoas. A gente vai ter que aprender muito com o testemunho do Santo Padre".

 
A novidade foi dita ao padre e jornalista da Canção Nova, Roger Araújo, que a partir desta sexta-feira, 10, semanalmente conduzirá uma entrevista que será apresentada aqui no noticias.cancaonova.com. De maneira breve e descontraída, padre Roger abordará, com os convidados, temas de relevância para a Igreja e para a sociedade.
A agenda do Papa durante sua visita ao Brasil de 22 a 28 de julho, foi um dos principais temas tratados nesta entrevista. O secretário do COL é espontâneo ao dizer que "para o Santo Padre o dia deveria ter 65 horas", isso, para que ele pudesse atender a todos os pedidos.
Monsenhor Joel explicou ainda as opções que Francisco fez, como por exemplo, deixar de visitar o Cristo Redentor para visitar uma favela e estar com jovens sob medidas socioeducativas. “Ele fez uma opção, existe o limite de tempo, deslocamento.”
A escolha da favela de Varginha, a infraestrutura para o evento, e a necessidade dos participantes fazerem inscrição para o evento, também foram temas de destaque. Ouça íntegra da entrevista
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