Papa Francisco: "na luta contra a AIDS, é necessário estarmos unidos"

O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes da oitava Conferência sobre AIDS que aconteceu em Vancouver (Canadá), para expressar seu carinho por aqueles que trabalham para salvar a vida humana, de maneira particular por aqueles que sofrem desta doença, e indicou que "na luta contra a AIDS, é necessário estarmos unidos se quisermos vencer"
A oitava Conferência sobre a AIDS foi realizada entre os dias 19 e 22 de julho e foi organizada pela International AIDS Society. O Santo Padre assegurou: “tais esforços testemunham a possibilidade de um resultado positivo quando todos os setores da sociedade se unem por um objetivo comum”.
Conforme informou a Rádio Vaticano, “o Pontífice garantiu aos participantes as suas orações, na esperança de que os avanços na farmacologia, no tratamento e na pesquisa sejam acompanhados por um compromisso firme para promover o desenvolvimento integral de cada pessoa como um filho amado de Deus”.
A mensagem do Papa é assinada pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Pietro Parolin, e foi enviada ao co-presidente da Conferência e Diretor do Centro HIV/AIDS do Hospital São Paulo de Vancouver.
Este hospital é uma inspiração católica e foi fundado pelas Irmãs da Providência, cuja missão é cuidar dos doentes de AIDS e realizar o diagnóstico precoce da doença.
O tema da Conferência deste ano foi “o tratamento como prevenção” e no encontro participaram especialistas do mundo inteiro.

Já estão disponíveis subsídios para Campanha Missionária 2015



As Pontifícias Obras Missionárias (POM) disponibilizaram os materiais para a Campanha Missionária 2015. Eles podem ser baixados para o uso das comunidades a fim de preparar as atividades e motivas os fiéis para a campanha.
Os itens já foram enviados às 276 dioceses e prelazias do país para serem distribuídos entre as paróquias e as comunidades e estão disponíveis para download no site das POM.
O material é comporto por cartaz, novena missionária, oração do mês missionário, mensagem do papa Francisco para o Dia Mundial das Missões, além do DVD, da oração dos féis, de marcadores de páginas e do envelope para a coleta do Dia Mundial das Missões.
Também com o propósito de auxiliar nas reflexões sobre o mês missionário nas comunidades ou no lançamento da campanha, as POM colocou à disposição o material de apresentação da Campanha Missionária, em PowerPoint.
Missão é servir
O tema desta edição, “Missão é servir”, destaca a essência da mensagem de Jesus no evangelho de Marcos, Ele veio “para servir” (Mc 10,45).
O lema, “Quem quiser ser o primeiro, seja o servo de todos” (Mc 10,44), é retirado da lição dada por Jesus diante dos que são tentados pelo poder. A reflexão recorda que, mesmo diante do poder e do prestígio, o cristão deve recordar-se de que sua missão é serviço, entrega e doação. A Campanha Missionária 2015 convida todos a expandir o horizonte do serviço.

ÍNTEGRA: Este é o discurso que o Papa Francisco não leu no Santuário Mariano de El Quinche, no Equador

O Papa Francisco teve nesta quarta-feira um encontro com sacerdotes e religiosos no Santuário de Nossa Senhora da Apresentação de El Quinche (Equador), no qual ofereceu uma mensagem improvisada e deixou de lado o discurso oficial para que ser publicado depois. No seu encontro o Papa disse aos presentes: “Hoje tenho que falar com os sacerdotes, os seminaristas, religiosas, religiosos, e dizer-lhes algo. Tenho um discurso preparado, mas não tenho vontade de ler (risadas dos fiéis), assim que o dou ao presidente da conferência de religiosos para que o faça público depois”, expressou o Papa. À continuação, o texto oficial do Santo Padre:
 
Queridos irmãos e irmãs:
Trago para os pés de Nossa Senhora de El Quinche o vivido nestes dias de minha visita; quero deixar em seu coração os idosos e doentes com os quais compartilhei um momento na casa das Irmãs da Caridade, e também todos os outros encontros que tive em antecedência. Eu os deixo no coração de Maria, mas também os deposito no coração de vocês: sacerdotes, religiosos e religiosas, seminaristas, para que chamados a trabalhar na vinha do Senhor, sejam custódios de tudo o que este povo do Equador vive, chora e se alegra.
Agradeço a Dom Lazzari, ao Padre Mina e à irmã Sandoval por suas palavras, que me permitem compartilhar com todos vocês algumas coisas na comum solicitude pelo Povo de Deus.
No Evangelho, o Senhor nos convida a aceitar a missão sem colocar condições. É uma mensagem importante que convém não esquecer, e que neste Santuário dedicado à Virgem da Apresentação ressoa com um acento especial. Maria é exemplo de discípula para nós que, como ela, recebemos uma vocação. Sua resposta confiada: «Faça-se em mim segundo sua Palavra», recorda-nos suas palavras nas bodas de Caná: «Fazei tudo o que ele vos disser » (Jn 2,5). Seu exemplo é um convite a servir como ela.
Na Apresentação da Virgem podemos encontrar algumas sugestões para nosso próprio chamado. A Virgem Menina foi um presente de Deus para seus pais e para todo o povo, que esperava a liberação. É um fato que se repete frequentemente na Escritura: Deus responde ao clamor de seu povo, enviando uma criança, fraca, destinada a trazer a salvação e, que ao mesmo tempo, restaura a esperança de pais idosos.
A palavra de Deus nos diz que na história de Israel, os juízes, os profetas, os reis são um presente do Senhor para fazer chegar sua ternura e sua misericórdia a seu povo. São sinal da gratuidade de Deus: é Ele quem os escolheu, escolheu e destinou. Isto nos afasta da auto-referencialidade, faz-nos compreender que já não nos pertencemos, que nossa vocação nos pede nos afastar de todo egoísmo, de toda busca de lucro material ou compensação afetiva, como nos disse o Evangelho. Não somos mercenários, mas servidores; não viemos a ser servidos, mas a servir e o fazemos no pleno desprendimento, sem bastão e sem bolsa.
Algumas tradições sobre a devoção a Nossa Senhora de El Quinche nos dizem que Diego de Robles confeccionou a imagem por encargo dos indígenas Lumbicí. Diego não o fazia por piedade, o fazia por um benefício econômico. Como não puderam pagar, levou-a a Oyacachi e a trocou por pranchas de cedro. Mas Diego se negou ao pedido desse povo para que fizesse também um altar à imagem, até que, caindo do cavalo, encontrou-se em perigo e sentiu o amparo da Virgem. Voltou para a cidade e fez o pedesral da imagem. Também todos nós temos experiência de um Deus que nos sai ao encontro, que em nossa realidade de cansados, derrubados, chama-nos. Que a vangloria e a mundanidade não nos façam esquecer de onde Deus nos resgatou! E que Maria de El Quinche nos faça descer dos lugares de ambições, interesses egoístas, cuidados excessivos de nós mesmos!
A «autoridade» que os apóstolos recebem de Jesus não é para seu próprio benefício: nossos dons são para renovar e edificar a Igreja. Não se neguem a compartilhar, não resistam a dar, não se fechem na comodidade, sejam mananciais que transbordam e refrescam, especialmente os oprimidos pelo pecado, a desilusão, o rancor (cf. Evangelii gaudium 272).
O segundo risco que me evoca a Apresentação da Virgem é a perseverança. Na sugestiva iconografia mariana desta festa, a Virgem menina se afasta de seus pais subindo as escadas do Templo. Maria não olha atrás e, em uma clara referência à admoestação evangélica, marcha decidida adiante. Nós, como os discípulos no Evangelho, também nós nos colocamos em caminho para levar a cada povo e lugar a boa notícia de Jesus. Perseverança na missão implica não andar tocando de casa em casa, procurando onde nos tratem melhor, onde haja mais meios e comodidades. Supõe unir nossa sorte com a de Jesus até o final. Alguns relatos das aparições da Virgem de El Quinche nos dizem que uma “senhora com um menino nos braços” visitou várias tardes seguidas os indígenas de Oyacachi quando estes se refugiavam da perseguição.
Várias vezes Maria foi ao encontro de seus filhos; eles não acreditavam, desconfiavam desta senhora, mas admiraram sua perseverança de voltar cada tarde, ao pôr do sol. Perseverar embora nos rechacem, embora se faça a noite e cresça o desconcerto e os perigos. Perseverar neste esforço sabendo que não estamos sozinhos, que é o Povo Santo de Deus que caminha.
De algum modo, na imagem da Virgem menina subindo ao Templo, podemos ver a Igreja que acompanha o discípulo missionário. Junto a ela estão seus pais, que lhe transmitiram a memória da fé e agora generosamente a oferecem ao Senhor para que possa seguir seu caminho; está sua comunidade representada no «séquito de virgens», «suas companheiras», com lâmpadas acesas (cf. Sal 44,15) e, nas que os Padres da Igreja, veem uma profecia de todos os que, imitando a Maria, procuram com sinceridade ser amigos de Deus, e estão os sacerdotes que a esperam para recebê-la e que nos recordam que na Igreja os pastores têm a responsabilidade de acolher com ternura e ajudar a discernir cada espírito e cada chamado.
Caminhemos juntos, sustentando-nos uns aos outros e peçamos com humildade o dom da perseverança em seu serviço.
Nossa Senhora de El Quinche foi ocasião de encontro, de comunhão, para este lugar que desde tempos incaicos se constituiu em um assentamento multiétnico. Que lindo é quando a igreja persevera em seu esforço por ser casa e escola de comunhão, quando geramos isto que eu gosto de chamar a cultura do encontro!
A imagem da Apresentação nos diz que uma vez abençoada pelos sacerdotes, a Virgem menina se sentou nos degraus do altar e dançou sobre seus pés. Penso na alegria que se expressa nas imagens do banquete das bodas, dos amigos do noivo, da esposa adornada com suas joias. É a alegria de quem descobriu um tesouro e o deixou tudo por consegui-lo.
Encontrar o Senhor, viver em sua casa, participar de sua intimidade, compromete a anunciar o Reino e levar a salvação a todos. Atravessar as soleiras do Templo exige nos converter como Maria em templos do Senhor e nos colocar em caminho para levá-lo aos irmãos. A Virgem, como primeira discípula missionária, depois do anúncio do Anjo, partiu sem demora a um povoado de Judá para compartilhar este imenso gozo, o mesmo que fez saltar São João Batista no seio de sua mãe. Quem escuta sua voz «salta de gozo» e se converte a sua vez em pregoeiro de sua alegria. A alegria de evangelizar move a Igreja, a faz sair, como Maria.
Embora são múltiplas as razões que se argumentam para o traslado do santuário de Oyacachi a este lugar, fico com uma: «aqui é e foi mais acessível, mais fácil para estar perto de todos». Assim o entendeu o Arcebispo de Quito, Frei Luis López de Solís, quando mandou edificar um Santuário capaz de convocar e acolher a todos. Uma igreja em saída é uma igreja que se aproxima, que se aplaina para não estar distante, que sai de sua comodidade e se atreve a chegar a todas as periferias que necessitam a luz do evangelho (cf. Evangelii gaudium 20).
Voltaremos agora para nossas tarefas, interpelados pelo Povo Santo que teve fé. Entre elas, não esqueçamos de cuidar, animar e educar a devoção popular que apalpamos neste santuário e tão estendida em muitos países latino-americanos. O povo fiel soube expressar a fé com sua própria linguagem, manifestar seus mais profundos sentimentos de dor, dúvida, gozo, fracasso, agradecimento com diversas formas de piedade: procissões, velas, flores, cantos que se convertem em uma bela expressão de confiança no Senhor e de amor à sua Mãe, que é também a nossa.
Em El Quinche, a história dos homens e a história de Deus confluem na história de uma mulher, Maria. E em uma casa, nossa casa, a irmã mãe terra. As tradições desta devoção evocam aos cedros, os ursos, a fenda na pedra que foi aqui a primeira casa da Mãe de Deus.
Falam-nos no ontem de pássaros que rodearam o lugar, e no hoje de flores que engalanam os arredores. As origens desta devoção nos levam a tempos onde era mais singela «a serena harmonia com a criação... contemplar o Criador que vive entre nós e que nos rodeia e cuja presença não precisa ser fabricada» (Laudato Si´ 225) e que se nos revela no mundo criado, em seu Filho amado, na Eucaristia que permite aos cristãos sentir-se membros vivos da Igreja e participar ativamente em sua missão (cf. Aparecida, 264), em Nossa Senhora de El Quinche, que acompanhou daqui os começos do primeiro anúncio da fé aos povos indígenas.
A ela encomendemos nossa vocação; que ela nos faça presente para nosso povo, que ela nos dê a perseverança na entrega e a alegria de sair a levar o Evangelho de seu filho Jesus –unidos a nossos pastores– até os limites, até as periferias do nosso querido Equador.

O que mais impressionou o Papa durante sua viagem ao Equador: a imensa acolhida do povo


O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, assegurou que o aspecto que mais impressionou o Papa Francisco durante sua visita ao Equador foi a participação e a acolhida expressa pelo povo.
Tanto a Missa que o Pontífice celebrou em Guayaquil, como a de Quito superaram um milhão de assistentes, e o Pe. Lombardi assegurou: “Foram ‘centenas de milhares’ os equatorianos que saíram pelas ruas para saudar e receber a bênção do Papa Francico.
Durante a conferência de imprensa no dia 7 de julho, o Pe. Lombardi assinalou: “Para mim e para o Santo Padre, a participação popular é certamente o aspecto mais impressionante desses dias”.
“A acolhida do povo equatoriano, para o Papa Francisco, é um sentimento de amor, o desejo de vê-lo, ouvi-lo é algo verdadeiramente grande”, destacou o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé.
O Papa Francisco, comovido pelos cantos e orações que escutava no lado de fora da Nunciatura Apostólica durante as três noites que esteve em Quito, saiu ao encontro do povo equatoriano brevemente, rezou uma Ave Maria com eles e os abençoou.

A comovente mensagem que o Papa Francisco enviou durante o voo papal a um jovem argentino com leucemia


 

Durante o voo papal ao Equador, o Papa Francisco enviou uma saudação e sua bênção através de um vídeo a um jovem atleta argentino que padece de leucemia. Seu nome é Lisandro Zeno, mais conhecido como Lichu, e sua história marcou o começo de várias campanhas solidárias.
“Lichu, me contaram da tua doença, rezarei por você. Pedirei a Jesus que te acompanhe, que te dê força, te devolva a saúde e que você seja guiado pela mão de Deus. E que a Virgem te proteja muito, te peço que reze por mim. E te abençoo de todo coração em Nome do Pai, do Filho e do Espirito Santo”, expressou o Santo Padre.
Segundo o jornal ‘La Capital’, tudo começou no final do mês de outubro de 2014, quando apareceram umas manchas nas pernas de Lisandro. Ele pensou que fosse mordida de mosquitos ou as consequências típicas de um jogo de rugby, portanto, não deu muita importância a isto.
Posteriormente, o seu nariz começou a sangrar e, logo após alguns exames, o médico achou necessário que fizesse uma punção lombar. Quando Lichu despertou após a anestesia, seu pai lhe disse que lamentavelmente tinha leucemia e começou a fazer os tratamentos de quimioterapia.
Certo dia, sua irmã o despertou e ele olhou pela janela algo que ficará gravado em sua memória. “Estavam na rua meus amigos e meus pais. Vários tinham raspado a cabeça. Seguravam um grande cartaz que dizia: ‘Não acontecerá nada, professor’. Aí, prometi para mim que não desistiria e que deveria recuperar-me”, contou o jovem atleta.
Lichu continuou lutando com mais força contra a doença, apoiado pela sua família, amigos e muitos outros que conheceram o seu caso. No dia 1º de março deste ano, completou 25 anos e sua família organizou uma grande festa, da qual participaram aproximadamente mais de mil convidados.
O jovem atleta argentino decidiu enfrentar a sua doença de forma mais positiva, levou a sua festa uma urna e convidou os participantes a fazerem uma doação econômica que não seria para ele, mas para um adolescente chamado Maxi, de apenas 14 anos, com câncer nos ossos. Deste modo, conseguiu fazer contato com o Hospital Italiano de Buenos Aires para que o jovem começasse o seu tratamento.
Pouco a pouco, Lichu foi concretizando a ideia de criar uma fundação para ajudar os outros e empreendeu diversas campanhas, animando as pessoas a serem doadores de sangue e de células tronco para salvar vidas.
Lisandro não abandonou os seus sonhos e deseja terminar seus estudos de medicina para ser médico como seu pai. “Sempre achei que a profissão do meu pai serve para ajudar as pessoas. Me lembro de quando ele chegava em casa à noite e nos dizia ‘não sabem o que aconteceu hoje’, e nos contava uma história maravilhosa sobre o que tinha acontecido com algum paciente’”, manifestou.
Em declarações a LT3, a mãe do jovem expressou: “Meu filho pensou que podia ser salvo ou poderia ser curado sem precisar de um transplante e ele mobilizou o mundo todo a favor do tema. Bom, agora ele teve uma recaída e efetivamente precisa de um transplante lombar”.
Apesar do seu estado de saúde, o jovem está contente pela mensagem do Santo Padre e continua pensando no próximo. "Está muito feliz pela mensagem do Papa Francisco, é obvio, mas ele não deseja chamar atenção, mas que isto sirva para que todos nos mobilizemos e percebamos que de maneira tão simples podemos ajudar", acrescentou a mãe do jovem argentino.

Imagens da Santa Missa, Coroação de Nossa Senhora e Bodas de Ouro do casal Jose Belarmino e Selma Carneiro.




CLIQUE AQUI e veja mais imagens da Santa Missa e Coroação de Nossa Senhora realizada dia 31 de Maio da Igreja Matriz do SCJ em Almino Afonso.











CLIQUE AQUI e veja as imagens das Bodas de Ouro do casal José Belarmino e Selma Carneiro na Igreja Matriz do SCJ em Almino Afonso.

Grupo Sementes de Maria realiza o 16º Cristo Vive.

O Grupo de Oração Sementes de Maria da Renovação Carismática Católica realizará de 26 a 28 de Junho de 2015 aqui em Almino Afonso a 16ª edição do Cristo Vive com o tema: Se vivemos pelo espirito, andemos de acordo com o espirito.


As camisetas já estão sendo vendidas ao preço de R$:20,00 quem estiver interessado em adquirir, procurar os servos da do grupo, ou ligar pelo fone/wattsapp: (84) 96204431